A eficácia da avaliação está diretamente ligada à competência técnica e à independência das equipes responsáveis. Riscos como a nomeação de gestores públicos e a
composição de comissões sem os requisitos técnicos necessários podem comprometer
seriamente a avaliação.

• Critérios Rigorosos de Seleção: Definir critérios rigorosos para a seleção de avaliadores é essencial, assegurando que possuam as qualificações e experiência necessárias para realizar avaliações eficazes. A formalização dos critérios de avaliação adotados, garantindo que sejam justificados e documentados, é uma prática que ainda requer maior atenção.

• Comissão de Avaliação Qualificada: A comissão de avaliação deve ser composta por membros com notório saber em saúde pública, gestão hospitalar ou avaliação de serviços de saúde. Essa comissão deve participar ativamente do processo de avaliação, sendo crucial que seus membros possuam conhecimento técnico adequado e acesso a recursos tecnológicos para uma análise profunda e criteriosa dos relatórios.

• Gestores Qualificados: Assegurar que um gestor qualificado seja nomeado para a parceria, com formação superior e experiência relevante na área de saúde, é um pilar para a avaliação eficaz.

O ente federado deve assegurar que a “Comissão de avaliação seja composta por membros qualificados e sem conflitos de interesse” e que a “Comissão de avaliação possua recursos tecnológicos para realizar uma análise profunda e criteriosa”.